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Ricardo Stuckert/CBF

Em 1994, ainda que de forma tímida, a Seleção Brasileira passou a viajar para a Copa do Mundo em um avião caracterizado. A ‘companhia aérea oficial’ do time canarinho já existia desde os anos 50, mas a pintura da aeronave passou a ser, a partir da edição dos Estados Unidos, uma constante, parte do engajamento marketeiro na participação.

Começou com duas faixas diagonais, nas cores verde e amarelo, evoluindo para pinturas completas, apresentação de novos aviões e estilos até questionáveis. De forma, passou a ser um patrocinador de peso na CBF – somando todas as empresas que investem na confederação, o último balanço, referente a 2017, apontou um aporte de R$ 353 milhões.

Em 2018, o modelo foi equipado com wi-fi e sistema de entretenimento a bordo, com capacidade para até 177 pessoas, entre os quais, naturalmente, os 23 convocados por Tite. Em tempo: o contrato atual com a Gol vai até 2020. Logo, fica a dúvida sobre o dono do avião rumo ao Catar, em 2022.

As companhias aéreas da Seleção nas Copas
1958-1962 – Panair (2 edições)
1966-2006 – Varig (11 edições)
2010 – TAM (1 edição)
2014-2018 – Gol (2 edições)

A seguir, relembre os sete aviões estilizados que transportaram a Seleção nos Mundiais. 

Qual o avião mais bonito? E o mais feio…?

Copa do Mundo de 1994
A seleção tetracampeã mundial foi transportada até os EUA por um DC-10 da Varig. Na volta, o desembarque aconteceu no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife
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