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Fifa/Getty Images

Após a boa estreia diante das jamaicanas, a seleção feminina ganhou confiança para o difícil duelo contra as australianas. Pela quebra da má sequência (de 9 derrotas) e, sobretudo, pela volta da meia Marta, já com a braçadeira de capitã. No entanto, o Brasil acabou perdendo por 3 x 2, de virada, com um segundo tempo frustrante em Montpellier.

Os gols das brasileiras saíram no 1T, com Marta, de pênalti, e Cristiane, de cabeça. Chegaram a 16 e 11 gols na Copa do Mundo, respectivamente – estão entre os maiores nomes. Pouco antes do intervalo a Austrália, derrotada na 1ª rodada, conseguiu diminuir. Até ali era um jogo controlado. Na retomada, Marta, voltando de lesão, foi poupada, assim como Formiga, amarelada. E o time caiu muito de produção. Sem acompanhar o ritmo das adversárias, começou a errar bastante.

É inegável que Vadão faz um trabalho fraquíssimo (nem deveria estar lá), mas na minha visão o gol de empate e a virada saíram em erros técnicos, individuais. A goleira Bárbara foi mal nos dois lances, com o terceiro gol saindo num gol contra da zagueira Mônica, que cabeceou para trás – o lance foi analisado pelo VAR, sobre um possível impedimento, mas a decisão foi correta. O Brasil ainda teve 30 minutos, incluindo os acréscimos, para buscar o empate, mas o abatimento e a diferença técnica, também já sem Cristiane, deixou a missão difícil. Agora, o time enfrentará a Itália em 18/06. Precisa pontuar para seguir a campanha na França.

Escalação do Brasil (melhores: 1 Cristiane, 2 Marta; piores: 1 Bárbara, 2 Mônica)
Bárbara; Letícia, Mônica, Kathellen e Tamires; Formiga (Luana, intevalo), Thaísa e Marta (Ludmila, intervalo); Andressa Alves, Cristiane (Beatriz, 29/2T) e Debinha. Técnico: Vadão

Histórico do Brasil no Mundial Feminino
32 jogos em 8 participações
19 vitórias (59,3%)
4 empates (12,5%)
9 derrotas (28,1%)

A análise do Podcast 45 Minutos (com as convidadas Camila Aveiro e Juliana Lisboa):

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