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A Copa do Nordeste teve 15 edições oficiais desde 1994. Até hoje, 55 clubes dos nove estados da região já participaram do torneio, que viu a conquista inédita do Sampaio Corrêa em 2018. Indo além da lista de campeões, agora formada por oito times, sendo o Vitória o maior vencedor, tetra, o blog compilou todas as campanhas, literalmente. Da pioneira edição em Alagoas, quando o nome foi estabelecido, até a 5ª decisão realizada na Fonte Nova, foram realizadas 1.049 partidas, com 2.865 gols marcados. No geral, uma média de 2,73.

Em relação à pontuação absoluta, o Bahia ampliou a liderança sobre o arquirrival, de 5 para 12 pontos. Até 2017, os dois grandes clubes baianos tinham o mesmo número de jogos, 140, mas a campanha até a final desempatou o dado a favor do tricolor de aço. Após a dupla Ba-Vi vem o Sport, que desistiu de participar da 15ª edição. O rubro-negro pernambucano ficou mais distante dos rivais regionais e viu a aproximação do rival local, com o Santa a 21 pontos – lembrando que o leão também será uma ausência sentida na próxima Lampions, pelo mesmo motivo administrativo, diga-se. Ao todo, o leão chega a quatro edições rechaçadas (2003, 2010, 2018 e 2019).

Em 2018, o Santa Cruz foi o melhor representante pernambucano, terminando em 7º lugar – o que ilustra bem a fraca participação local na competição, uma vez que o estado esteve presente em três das quatro decisões anteriores. O Náutico, por exemplo, amargou a quarta eliminação seguida na fase de grupos. Ainda assim, segue no top ten histórico. Outra curiosidade está lá no fim da tabela, com os dois estreantes, Cordino (Maranhão) e Parnahyba (Piauí). Ambos jogaram apenas duas vezes, caindo ainda na recém-criada fase preliminar.

Observações do blog sobre a composição dos dois quadros expostos (ranking de pontos, abaixo; ranking de colocações no G4, acima):

1) Vitória, 3 pontos. Empate, 1 ponto. Resultados da fase preliminar à final.

2) A ordem dos times no ranking de pontos foi estabelecida da seguinte forma: pontos, vitórias, saldo de gols, gols marcados. O índice de aproveitamento aparece como adendo ao rendimento de cada clube

3) A ordem no ranking de colocações foi estabelecida da seguinte forma: títulos, vice-campeonatos e semifinais (em 1998, com a fase semifinal em dois quadrangulares, foi considerada a pontuação total). O número de vezes no G4 (última coluna) aparece como adendo ao desempenho de cada clube.

4) O Torneio José América de Almeida Filho, realizado em 1976, é considerado pelo Vitória como um título nordestino. O blog entende como título de porte regional, mas não referente à mesma competição. Por sinal, em 2016 a Liga do Nordeste, através de Alex Portela (também ex-presidente do Vitória), teria enviado um ofício à CBF pedindo a oficialização do torneio, o que incluiria até a primeira edição, de 1975, que teve o CRB como vencedor. Como segue sem uma resposta oficial (e pública), o blog manteve a disputa à parte.

5) Botafogo da Paraíba e Sampaio perderam pontos através de punições do STJD, perdendo 4 (2014) e 6 (2015) pontos, respectivamente. Os resultados (V, E e D) foram mantidos, mas a pena se mantém na lista de pontos.

6) Dados atualizados ao fim de cada edição. Portando, a lista será revista após a final de 2019.


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