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Alguns dos estádios mais tradicionais do país, entre aqueles com artilharias elevadas.

O Brasil vive um período de grande transição nos estádios de futebol. A partir da Copa do Mundo de 2014, novos padrões surgiram, com modernizações e reconstruções. Como consequência direta, alguns palcos históricos (e obsoletos) foram aposentados. Mas a “história” se mantém, com recordes estabelecidos em décadas e décadas de bola rolando. Aqui, a lista dos maiores goleadores nos principais palcos.

Ou seja, uma compilação de gols independentemente do número de camisas que cada atleta defendeu. Como exemplo desta ressalva, o Arruda. A marca da casa tricolor é a soma da carreira do meia-atacante Baiano em quatro clubes. Dos 128 gols, foram 70 pelo Náutico, 56 pelo Santa, 1 pelo Sport e 1 pelo Central, todos nos anos 80. Como curiosidade, o maior goleador coral no Mundão é Betinho, com 98 gols nos anos 70.

Embora Pelé seja o maior artilheiro do futebol nacional, com 1.281 gols, Zico detém a maior concentração de gols num mesmo palco. No mais tradicional de todos. O galinho atuou 435 vezes no Maracanã, vestindo as camisas de Flamengo (maioria absoluta) e Seleção Brasileira, com 333 gols – ou seja, média de 0,76. Levantando dados locais e de pesquisas país afora, com dados de sites jornais (Lance!, Globo e Placar) e dos próprios clubes, enumerei a lista abaixo.

Os dados foram atualizados pelo blog até 28 de junho de 2019. A estatística parte de 40 gols como marca mínima. Alguns estádios com longa história, como o Baenão e a Curuzu, em ambos Belém, seguem com dados desencontrados. Sempre que for possível, irei atualizar a lista, que deve ser alimentada em breve por novos estádios, como a Arena do Grêmio e a Arena Corinthians.

1º) 333 gols – Maracanã (Rio de Janeiro) – Zico, por Flamengo e Seleção (anos 70/80)

2º) 288 gols – Vila Belmiro (Santos) – Pelé, pelo Santos (50/60/70)

3º) 185 gols – Palestra Itália (São Paulo) – Heitor, pelo Palmeiras (10/20/30)

4º) 184 gols – São Januário (Rio de Janeiro) – Roberto Dinamite, pelo Vasco (70/80)

5º) 166 gols – Morumbi (São Paulo) – Serginho Chulapa, por São Paulo, Santos e Corinthians (70/80)

6º) 160 gols – Fonte Nova (Salvador) – Osni, por Bahia e Vitória (70/80)

7º) 157 gols – Mineirão (Belo Horizonte) – Reinaldo, pelo Atlético-MG (70/80)

8º) 131 gols – Serra Dourada (Goiânia) – Túlio, por Goiás, Vila Nova, Botafogo, Atlético-GO e Seleção (80/90/2000)

9º) 129 gols – Olímpico Monumental (Porto Alegre) – Alcindo, pelo Grêmio (60/70)

10º) 128 gols – Arruda (Recife) – Baiano, por Náutico, Santa Cruz, Sport e Central (anos 80)

11º) 126 gols – Aflitos (Recife) – Bita, pelo Náutico (anos 60)

12º) 115 gols – Pacaembu (São Paulo) – Pelé, por Santos e Seleção (50/60/70)

12º) 115 gols – Castelão (São Luís) – Bacabal, por Maranhão e Sampaio Corrêa (80/90)

14º) 114 gols – Ilha do Retiro (Recife) – Traçaia, pelo Sport (50/60)

15º) 98 gols – Castelão (Fortaleza) – Geraldino Saravá, por Fortaleza, Ceará, Ferroviário, Tiradentes, Guarany e Icasa (70/80)

16º) 97 gols – Beira-Rio (Porto Alegre) – Valdomiro, , pelo Internacional (70/80)

17º) 82 gols – Moisés Lucarelli (Porto Campinas) – Dicá, pela Ponte Preta (70/80)

18º) 78 gols – Laranjeiras (Rio de Janeiro) – Preguinho, por Fluminense e Seleção (20/30)

19º) 72 gols – Romeirão (Juazeiro do Norte) – Geraldino Saravá, por Fortaleza, Ceará, ortaleza, Ceará, Ferroviário, Tiradentes, Guarany e Icasa (70/80)

20º) 67 gols – Arena da Baixada (Curitiba) – Kléber Pereira, pelo Athletico-PR (90/2000)

21º) 62 gols – Canindé (São Paulo) – Leandro Amaral, pela Portuguesa (anos 90)

22º) 61 gols – Ressacada (Florianópolis) – Marquinhos, pelo Avaí (2000/2010)

23º) 53 gols – Barradão (Salvador) – Neto Baiano, pelo Vitória (anos 2010)

24º) 48 gols – Couto Pereira (Curitiba) – Pachequinho, pelo Coritiba (80/90)

25º) 41 gols – Nilton Santos (Rio de Janeiro) – Loco Abreu, pelo Botafogo (anos 2000)

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