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O Campeonato Pernambucano adotou o mata-mata na fase decisiva em 2010, na ocasião com semifinal e final. Em 2018, acrescentou mais uma etapa eliminatória, com as quartas de final. E este modelo se repete em 2019, com jogos únicos nas quartas e na semi e ida e volta na decisão. Portanto, é o 10º ano seguido com este formato, cuja arbitragem é testada no limite.

Em todas as temporadas anteriores, neste recorte, a arbitragem local foi criticada em algum jogo – em alguns casos, na semi e na final, árbitros e assistentes foram determinantes, no mau sentido. Cá pra nós, dificilmente não acontecerá também nesta edição da competição, a 105ª. Na semana que antecedeu a rodada de abertura do Estadual, a FPF reuniu todos os juízes e bandeirinhas do seu quadro para um debate preparatório. O quadro local da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol é dirigido por Emerson Sobral, curiosamente, o recordista de jogos em mata-matas locais (7) – o que não significa um bom histórico quando soprava o apito, longe disso.

Os árbitros locais, cuja pré-temporada (existe!) começou em dezembro, receberam orientações sobre a competição. De fato, houve um cuidado com o tema, mas a qualidade técnica vista nas edições anteriores, basicamente com os mesmos nomes, deixa uma séria dúvida sobre o trabalho desta vez. Ao todo, estão programados 54 jogos, sendo 45 na primeira fase, na qual deveremos ver aquela polêmica de sempre – com ou sem razão – após os clássicos. Contudo, o maior trabalho começa em 20 de março, data das quartas.

Árbitro local ou de fora? Só Fifa? Quantos jogos na geladeira? Trabalho de reciclagem? O de sempre.

Ranking de partidas no mata-mata do Pernambucano (2010-2018)
7x – Emerson Sobral (PE)
6x – Sebastião Rufino Filho (PE) e Nielson Nogueira (PE)
4x – Gilberto Castro Júnior (PE)
3x – Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ / PE), Wilton Sampaio (Fifa-GO) e Tiago Nascimento (PE)

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