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Embora tenha recebido torcida nos dois jogos em casa pelo Estadual, contra Náutico (2.827) e Salgueiro (2.370), o Central estava ameaçado de jogar de portões fechados numa das partidas mais importantes do ano, o duelo contra o Ceará pela Copa do Brasil. No limite, conseguiu.

No Brasil, qualquer estádio habilitado para jogos profissionais precisa de quatro laudos técnicos, com renovações anuais – ou por dois anos, dependendo do órgão. No caso da patativa, expirou o laudo da vigilância sanitária do Lacerdão, com a CBF chegando a emitir um ofício desautorizando a presença de público – o que adiou, inclusive, o início da venda de ingressos. O limite para desatar o nó seria 01/02. A direção caruarense conseguiu uma nova vistoria e, através da FPF, enviou o documento, para a aprovação da confederação, em 30/01. Embora a assinatura seja do mesmo dia (íntegra abaixo), a publicação demorou, o que levantou dúvida acerca do sucesso.

Somente no último dia do prazo o vice-campeão pernambucano recebeu o aval, podendo divulgar os bilhetes (arquibancada/meia R$ 30/15, cadeira/sócio R$ 60/30 e visitante R$ 40/20). Nesta primeira fase, com jogo único em 06/02, o visitante tem a vantagem do empate. Em caso de classificação, as cotas são as seguintes: R$ 625 mil (Central) e R$ 990 mil (Ceará).

Os laudos necessários para a liberação do estádio*
1) Prevenção e combate a incêndio (via Bombeiros)
2) Condições sanitárias e de higiene (via Vigilância Sanitária)
3) Engenharia (via engenheiro ligado ao Crea, o Conselho Regional de Engenharia)
4) Segurança (via Polícia Militar)
* O Lacerdão tem capacidade para 16 mil pessoas

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