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Thiago Neves abriu o placar e chegou a 7 gols em 27 jogos pelo clube. Foto: Anderson Stevens/Sport.

Na largada de “2021”, provavelmente o Sport tinha imaginado uma formação mista contra o Central nesta altura do Pernambucano, priorizando o desempenho na Copa do Nordeste e a possível disputa pela 2ª fase na Copa do Brasil. O péssimo rendimento do time, atrelado também à falta de peças sem regularização, acabou mudando o cenário. Praticamente fora do regional e eliminado na estreia da copa nacional pela 3ª vez, o leão passa a ter o Estadual como meta possível até maio.

Daí a força máxima contra a patativa, em jogo válido pela 4ª rodada. Mais do que ser a única meta, vem a necessidade de encaixe da equipe, bem aquém tática e tecnicamente. Justamente pela pressão acumulada. Seguindo a ideia original (de presença presença no G4 no NE e avanço na Copa do Brasil), algo que parecia bem acessível, esta partida poderia servir como testes para juniores e reservas. Pois acabou valendo para movimentar praticamente todos os reforços, incluindo o atacante colombiano Tréllez, recém-chegado. No entanto, quem vem acompanhando o Sport sabe que a simples escalação não é sinônimo de um jogo melhor.

Com dificuldade na saída de bola, falta movimentação e falta aceleração nas jogadas. No 1T isso ficou evidente. O Sport só foi para o vestiário em vantagem porque o meia Thiago Neves acertou uma bela cobrança de falta, no ângulo esquerdo de Wallef. Tirando isso, o alvinegro caruaruense – com 13 reforços após a desastrosa estreia nos Aflitos – buscou bastante o empate, sendo até melhor. O leão ainda precisou trocar de goleiro, após o choque de cabeça de Carlos Eduardo. Luan Polli, outrora titular, foi acionado e no 2T pegou um pênalti de Júnior Lemos. Ali já era o contrário. Com Neilton querendo jogo e com Patric enfim acertando mais, as jogadas fluíram mais, assim como outras peças que entraram no decorrer, como Gustavo (boa visão) e Toró (1º gol), com participação direta no gol aos 39, com assistência e finalização.

A melhora no 2T, com volume ofensivo, acabou confirmando a vitória por 2 x 0, encerrando um jejum de oito jogos. Mesmo enfrentando só um adversário da Série A, o Sport não vencia há um mês, com 3E e 5D. O resultado serve para distensionar a situação de Jair Ventura? A resposta deve vir na noite de quarta-feira, após o Clássico das Multidões pela Lampions…

Escalação do Sport (melhores: Neilton, Thiago Neves e Polli; pior: Maxwell)
Carlos Eduardo (Luan Polli); Patric, Adryelson, Maidana e Sander; Ronaldo, Betinho e Thiago Neves (Gustavo); Neilton (Toró), Maxwell (Dalberto) e Mikael (Tréllez). Técnico: Jair Ventura

Escalação do Central (melhor: Lucão; piores: Erivan e Djair)
Wallef; Nininho, Lucão, Allan Miguel e Matheus Issa; João Victor (Madson), Djair (Jonathan), Júnior Lemos e João Felipe (Dodô); Erivan (David) e Jean Moser. Técnico: Pedro Manta

Histórico geral de Sport x Central (todos os mandos)
270 jogos
179 vitórias rubro-negras (66,2%)
62 empates (22,9%)
29 vitórias alvinegras (10,7%)


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