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Carlos Humberto/Juazeirense

Com o 2 x 0 a favor da Juazeirense, o Náutico chegou a 4 derrotas em 6 partidas na Série C, ou 1/3 da tabela. A classificação às quartas está bem ameaçada e a própria permanência já merece um alerta em Rosa e Silva. Pelo mau futebol apresentado no Adauto Moraes, não dá para reclamar dessa situação. Após a vitória diante do time mais fraco do grupo A, o Sagueiro, o campeão pernambucano partiu para Juazeiro novamente com Dudu Capixaba, cujo trabalho interino chegou a duas semanas – tamanha a indefinição da direção sobre o novo técnico.

Dudu montou a zaga com Camutanga e Negretti, improvisado. No 1T, se isso provou um erro, com o mandante forçando a bola aérea – ponto a favor de Breno Calixto, à disposição e no banco. Primeiramente com uma cabeçada na trave, após escanteio, e depois com o primeiro gol, numa falta levantada na área.

Na ocasião, aos 24, Jhonnatan ainda tirou em cima da linha, mas Jussimar pegou o rebote. No ataque, o Ortigoza tentava tabelar com Lelê (esquerda) e Robinho (direita), mas sem infiltração. Pouco depois da parada técnica, o ‘cancão’ ampliou em outro cruzamento, desta vez por baixo. Outra vez com corte mal feito, com Victor marcando. Como desfazer um placar tão desfavorável com uma atuação fraca e sem entender a situação do gramado irregular? A tarde do Náutico foi mesmo indigesta. Tanto que no 2T a Juazeirense esteve mais perto do terceiro gol – em duas cabeçadas – do que o Náutico de uma reação.

Curiosidade: num duelo inédito, o time baiano foi o 366º adversário diferente a enfrentar Náutico desde 1909. Em 2018, aliás, já são 4 novos rivais: Afogados, Cordino, Cuiabá e Juazeirense.

A análise do Podcast 45 Minutos (Cassio Zirpoli, João de Andrade Neto e Rafael Brasileiro):

Carlos Humberto/Juazeirense


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