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Fifa/Getty Images

Mais um jogo com a seleção espanhola tendo mais de 60% de posse de bola. É uma constante no futebol da campeã mundial de 2010, com o controle rigoroso do jogo, trocando passes de forma cadenciada em busca da chance perfeita – o que muitas vezes vira preciosismo. Se funciona contra grandes equipes, imagine diante de adversários limitados. Como o Irã, certo?

Sim, funcionou. A Espanha venceu por 1 x 0 e deu um grande passo rumo às oitavas. Só não foi fácil. No jogo anterior do Mundial, o Uruguai também fez 1 x 0 na Arábia, numa atuação burocrática e sem riscos. Em Kazan, o perigo rondou o gol de De Gea. Embora o goleiro não tenha feito uma defesa efetiva, devido à pontaria dos iranianos, foram três ótimas oportunidades – todas em bolas cruzadas. Um chute raspando a trave, uma cabeçada rente ao travessão e um gol anulado, por poucos centímetros – num momento em que o gol já não seria surpresa.

Após o primeiro tempo em branco, o time europeu marcou logo aos 9, com Diego Costa levando sorte num corte do zagueiro. Até ali, o sistema defensivo do Irã praticamente impedia infiltrações dos espanhóis. E a situação não ficou facilitada após a vantagem no placar. Tanto que o organizado time do Irã forçou até o último lance, aos 48/2T. Porém, a última chance foi um pastelão, Num lateral próximo à área, era arremessar na área e tentar o buruçu, mas o cobrador tentou uma pirueta. Errou, pediu desculpas ao árbitro e cobrou para trás. Fim.

Curiosidade: Irã x Portugal, em 25 junho, vale a classificação. E o Irã mostrou que tem jogo…

Espanha 3 x 3 Portugal (15/06)
Posse: 61% x 39%
Passes certos: 677 x 320
Finalizações certas: 5 x 3
Faltas: 10 x 12

Espanha 1 x 0 Irã (20/06)
Posse: 69% x 31%
Passes certos: 721 x 152
Finalizações certas: 3 x 0
Faltas: 14 x 14

Fifa/Getty Images


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