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Confiança/twitter (@adc_confianca)

Em relação à formação, não houve surpresa. Roberto Fernandes armou o Santa com três peças ofensivas. A surpresa foi a escolha de uma das peças, com o lateral-esquerdo Ávila na ponta. Na lateral de fato, Allan Vieira. Ao menos o técnico foi coerente, pois saiu do Náutico, nesta mesma Série C, abraçado ao esquema. Em sua estreia, num Batistão com 8.629 pessoas, o tricolor encarou uma dos times mais regulares do grupo A, que buscava ficar na liderança.

E o Confiança chegou a abrir o placar, aos 8 do segundo tempo, mas sobretudo devido ao erro bizarro de Allan Vieira, num corte contra a própria meta. Machowski ainda conseguiu espalmar, mas a bola sobrou para Léo Ceará, que completou – o atacante assumiu a artilharia do Brasileiro com 5 gols, empatado com Felipe (Botafogo-SP) e Neto (Atlético-AC). O time coral não atuava mal, mas o castigo foi grande ali.

Ao menos houve a reação, com o gol de empate vinte minutos depois, através de Robinho. O atacante fez boa jogada individual pela direita, entrou na área e marcou. No setor ofensivo, é o único efetivo até aqui – chegou a 3 tentos no torneio. Com o 1 x 1, o tricolor pernambucano somou o 4º empate em 7 rodadas. Entre os 19 concorrentes, ninguém empatou tanto . E exatamente por isso o Santa segue, hoje, fora do Z4, com uma vitória a menos que o Botafogo de João Pessoa – ambos com 10 pontos.

Curiosidade: em 68 anos de história do confronto, o Confiança só venceu o Santa uma vez, por 1 x 0, na Copa do Nordeste de 2001. Em 2018 já foram três partidas, com 1V coral e 2E.

Histórico geral de Confiança x Santa Cruz (todos os mandos)
23 jogos
16 vitórias tricolores (69,5%)
6 empates (26,0%)
1 vitória sergipana (4,3%)

A análise do Podcast 45 Minutos (Diego Borges e João de Andrade Neto):

Confiança/twitter (@adc_confianca)


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