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Bahia, Fortaleza, Ceará, Sport, Vitória, Náutico e Santa

Da esquerda pra direita, as marcas mais valiosas no futebol do Nordeste na atualidade.

Quanto vale a “marca” de um clube de futebol? Ainda que seja algo difícil de mensurar e precificar, a soma dos 35 maiores clubes do Brasil chegaria hoje a R$ 8,5 bilhões. Esse dado faz parte do estudo da consultoria da Sports Value sobre a avaliação econômica dos clubes do país, lançado no início de 2023 e recentemente abordado no blog. Na ocasião, tratei do “valuation”, o termo do mercado sobre o valor geral e feito em quatro pilares: (1) receitas/patrimônio físico, (2) direitos econômicos do elenco, (3) direitos esportivos em competições e (4) valor da marca. Portanto, a marca é só uma parte do valuation.

Esta projeção específica sobre a “marca” considera torcida, engajamento do público consumidor, distribuição geográfica e até o potencial esportivo. Trata-se de um dado com enorme variação no curto prazo, com a série no Brasileirão fazendo muita diferença. Dito isso, pra evitar confusão sobre o outro ranking, vamos ao desmembramento da análise sobre os 35 principais times do país, com a presença de 7 do Nordeste. Ao todo, as marcas do “G7” subiram 52%, de R$ 411 mi para R$ 626 mi. Cinco dos sete cresceram no último ano.

Bahia segue na liderança regional

Na região, a marca mais valiosa segue sendo a do Bahia, que liderou nas três versões anuais publicadas pela Sports Value. Nesta, com quase R$ 200 milhões, quebrou o recorde. Pela segunda vez, o pódio conta com os dois cearenses, mas invertendo a colocação. Após valorizar 106%, o Fortaleza virou o 2º do NE. No país, sem surpresa, a liderança pertence ao Flamengo, com R$ 1,4 bilhão. Só o Palmeiras chegou a este patamar, com R$ 1,2 bilhão.

A nova lista considerou os dados até dezembro de 2022, incluindo balanços financeiros e pesquisas de torcida. Naturalmente também incluiu a situação no Campeonato Brasileiro. Sendo assim, foram 20 times da Série A, 11 da Série B, 3 da Série C e 1 da Série D, o Santa Cruz. Mesmo no fundo do poço, o tricolor pernambucano consegue manter a relevância no mercado. Abaixo, você confere o ranking completo e a evolução sobre a lista anterior.

Pódio com as marcas mais valiosas do Nordeste
2020 – 1º Bahia (184 mi), 2º Vitória (86 mi) e Fortaleza (81 mi)
2021 – 1º Bahia (142 mi), 2º Ceará (87 mi) e 3º Fortaleza (84 mi)
2022 – 1º Bahia (191 mi), 2º Fortaleza (172 mi) e 3º Ceará (133 mi)

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A seguir, os 35 clubes com as marcas mais valiosas do Brasil. A lista original tinha 30 times, aqueles de maior “valuation”. Porém, isso não significava, necessariamente, que eram as 30 maiores marcas. A ausência do Vitória chamou a atenção de cara. A pedido do blog, a Sports Value listou os demais clubes (Vitória, Remo, Vila Nova, Criciúma e Paysandu), com a atualização da publicação em 03/02. Embora figure em 36º lugar no “valuation”, o leão de Salvador tem a 26ª marca mais valiosa. Qual clube pode surpreender no fim de 2023?

Do 1º ao 10º lugar

1º) R$ 1,45 bi – Flamengo (+594 mi); Série A
2º) R$ 1,28 bi – Palmeiras (+583 mi); A
3º) R$ 829 mi – Corinthians (+280 mi); A
4º) R$ 617 mi – Atlético-MG (+420 mi); A
5º) R$ 551 mi – São Paulo (+186 mi); A
6º) R$ 502 mi – Grêmio (+7 mi); B
7º) R$ 435 mi – Santos (+195 mi); A
8º) R$ 403 mi – Internacional (+81 mi); A
9º) R$ 320 mi – Athletico-PR (+139 mi); A
10º) R$ 314 mi – Fluminense (+92 mi); A

Do 11º ao 20º lugar

11º) R$ 205 mi – Botafogo (+34 mi); A
12º) R$ 191 mi – Bahia (+49 mi); B
13º) R$ 178 mi – Vasco (-73 mi); B
14º) R$ 172 mi – Fortaleza (+88 mi); A
15º) R$ 169 mi – Cruzeiro (+35 mi); B
16º) R$ 133 mi – Ceará (+46 mi); A
17º) R$ 125 mi – Bragantino (+69 mi); A
18º) R$ 92 mi – Atlético-GO (+48 mi); A
19º) R$ 83 mi – Coritiba (+13 mi); A
20º) R$ 78 mi – Sport (+35 mi); B

Do 21º ao 30º lugar

21º) R$ 54 mi – América-MG (+13 mi); A
22º) R$ 49 mi – Cuiabá (+35 mi); A
22º) R$ 49 mi – Juventude (+32 mi); A
24º) R$ 42 mi – Chapecoense (+32 mi); B
25º) R$ 39 mi – Goiás (-7 mi); A
26º) R$ 34 mi – Vitória (-3 mi); C
27º) R$ 16 mi – Remo (n/d); C
28º) R$ 15 mi – Ponte Preta (-3 mi); B
28º) R$ 15 mi – Avaí (+2 mi); A
30º) R$ 13 mi – Guarani (+3 mi); B

A partir do 31º lugar

31º) R$ 12 mi – Vila Nova (n/d); B
32º) R$ 11 mi – Náutico (+1 mi); B
33º) R$ 9 mi – Criciúma (n/d); B
34º) R$ 7 mi – Santa Cruz (-1 mi); D
34º) R$ 7 mi – Paysandu (+2 mi); C

A seguir, confira a divisão da marca entre os clubes nordestinos divulgados. Apesar do Top 35, a consultoria só destrinchou até o 20º lugar, com o Sport fechando o recorte.

BAHIA (R$ 191 milhões em 2022)
52 mi – Potencial do mercado consumidor
69 mi – Potencial esportivo
69 mi – Potencial de receitas com a marca

FORTALEZA (R$ 172 milhões em 2022)
48 mi – Potencial do mercado consumidor
60 mi – Potencial esportivo
65 mi – Potencial de receitas com a marca

CEARÁ (R$ 133 milhões em 2022)
36 mi – Potencial do mercado consumidor
45 mi – Potencial esportivo
52 mi – Potencial de receitas com a marca

SPORT (R$ 78 milhões em 2022)
23 mi – Potencial do mercado consumidor
26 mi – Potencial esportivo
30 mi – Potencial de receitas com a marca


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