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A proposta oficial de alteração estatutária do Santa Cruz tem 6 páginas.

A Comissão de Reforma do Estatuto do Santa Cruz finalizou o texto sobre a reforma, um pleito cada vez mais presente na torcida – é a maior discussão no clube desde o fim da Série C.

Como diz no próprio texto da proposta coral, a reforma feita no Bahia serviu de inspiração – o tricolor soteropolitano chegou a passar por uma intervenção administrativa, em 2013, seguida da redemocratização e do crescimento econômico, tendo hoje a maior receita do Nordeste, acima de R$ 143 milhões em 2019.

No Santa, a proposta trabalha em três frentes, mas o primeiro ponto do documento é justamente no formato de votação na eleição coral – hoje, a cada três anos, com a gestão do atual presidente, Constantino Júnior, indo de 2018 a 2020. Em vez de votos das categorias mais caras (a partir de R$ 59,90), inviabilizando um pleito realmente popular, a eleição passaria a contar com votos de todas as categorias (hoje, a mais barata custa R$ 9,90).

O texto será debatido numa audiência pública em 19 de outubro (o que deveria mudar?). Vale lembrar que última alteração no estatuto do Santa foi em 2013. Cabe, sim, uma modernização.

A seguir, a íntegra da proposta de reforma estatutária do Arruda.

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