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Fox Sports/reprodução

A tecnologia foi utilizada pela primeira vez numa Copa do Mundo há 4 anos. Na ocasião, durante França x Honduras, no Beira-Rio, o recurso sobre a linha do gol comprovou que o chute de Benzema havia ultrapassado a linha após bater no travessão. Assim, o árbitro validou o segundo gol francês – o jogo terminaria 3 x 0. Embora o árbitro de vídeo aprovado na Rússia (ainda bem), somente no 5º jogo, já no terceiro dia de bola rolando, houve uma consulta efetiva ao VAR na beira do campo – até então, apenas comunicados da cabine.

O jogo ainda estava em branco quando Griezmann foi derrubado na área. O lance seguiu, mas o árbitro Andrés Cunha parou para consultar a imagem, na televisão à disposição num espaço próximo à linha central (acima). E assim marcou o pênalti, com o mesmo Griezmann convertendo. O curioso é que logo depois também teve um pênalti a favor da Austrália, marcado sem a necessidade da tecnologia, com o zagueiro Umtiti tocando a bola com o braço. O gol de empate.

Perto do fim, mesmo jogando numa rotação bem menor do que se espera, o jovem e técnico time azul chegou à vitória. Num chute de Pogba, com a bola batendo no travessão e dentro do gol – com a marcação (abaixo) chegando imediatamente ao árbitro através de um relógio especial. Neste segundo caso, o recurso já não era novidade, mas serviu para ampliar a capacidade decisiva que a tecnologia pode trazer a um jogo de futebol. Em ambos os casos, as imagens foram exibidas na transmissão oficial, dando transparência à novidade. Vitória justa.

A evolução da tecnologia no Mundial
1º recurso de linha do gol – 15/06/2014, França 3 x 0 Honduras
1ª consulta ao VAR – 16/06/2018, França 2 x 1 Austrália

Fox Sports/reprodução


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