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O jogo no Morumbi, sem público, foi narrado por Cléber Machado. Imagem: Globo/reprodução.

Num horário incomum na tevê aberta, sobretudo na Rede Globo, a Seleção Brasileira enfrentou a Venezuela na noite de sexta-feira. Precisamente às 21h30, valendo pela 3ª rodada das Eliminatórias da Copa. Numa disputa na qual a emissora só tem os direitos dos jogos da canarinha no país, tendo que negociar, quando possível, os jogos no exterior, essa foi a 2ª transmissão do time verde e amarelo no canal. E a audiência foi menor em relação à estreia no qualificatório da Conmebol.

Em 9 de outubro, curiosamente também numa sexta à noite, a goleada sobre a Bolívia, por 5 x 0, teve uma média de 25,2 pontos nas 15 principais metrópoles. Agora, de acordo com o levantamento da Kantar Ibope Media, o índice foi de 23,0. Entre as explicações possíveis sobre o jogo em 13 de novembro, o mau futebol, com uma vitória magrinha por 1 x 0, com Firmino marcando só aos 21/2T, e também o aquecido período eleitoral, com a votação para prefeito e vereador dois depois. Inclusive, o horário eleitoral noturno da semana, no canal, ficou à frente! Teve média de 23,9. No top ten de audiência da emissora na respectiva semana, Brasil x Bolívia ficou em 4º. Já Brasil x Venezuela ficou em 8º. A última lista foi liderada pela novela das 9, a reprise de “A Força do Querer”, com 27,1 – no geral, a média foi abaixo do histórico.

A seguir, o ranking de audiência do jogo contra os venezuelanos considerando as 15 metrópoles mensuradas. Apenas uma cidade, Manaus, passou da casa de 30 pontos – uma margem mais tradicional para a Seleção. E cinco cidades não chegaram sequer a 20 pontos, incluindo Salvador, onde a Globo tem uma dificuldade histórica em termos de audiência. Por sinal, Salvador e Recife deram mais prestígio ao horário político. No Nordeste, a cidade de maior audiência no futebol foi Fortaleza, com 23,2 pontos, basicamente o índice nacional.

À esquerda, os dados de Brasil x Venezuela. Entre parênteses, o horário eleitoral e a diferença.

Audiência média em pontos de Brasil 1 x 0 Venezuela na Globo, em 13/11
1º) 31,5 – Manaus (20,5; +11,0)
2º) 27,9 – Belém (26,0; +1,9)
3º) 25,6 – Rio de Janeiro (25,0; +0,6)
4º) 24,2 – São Paulo (26,2; -2,0)
5º) 23,2 – Fortaleza (19,3; +3,9)
6º) 22,7 – Florianópolis (19,4; +3,3)
7º) 22,6 – Porto Alegre (24,6; -2,0)
8º) 22,1 – Recife (23,0; -0,9)
9º) 20,1 – Curitiba (23,3; -3,2)
10º) 20,0 – Belo Horizonte (21,9; -1,9)
11º) 19,9 – Campinas (20,8; -0,9)
12º) 19,4 – Vitória (20,8; -1,4)
13º) 19,2 – Brasília (sem dado do guia)
14º) 18,6 – Salvador (24,0; -5,4)
15º) 17,7 – Goiânia (19,3; -1,6)

Audiência média em telespectadores de Brasil 1 x 0 Venezuela na Globo, em 13/11
1º) 2,331 milhões – São Paulo
2º) 1,640 milhão – Rio de Janeiro
3º) 524 mil – Belo Horizonte
4º) 461 mil – Porto Alegre
5º) 427 mil – Recife
6º) 379 mil – Fortaleza
7º) 326 mil – Curitiba
8º) 257 mil – Belém
9º) 254 mil – Salvador
10º) 242 mil – Manaus
11º) 238 mil – Brasília
12º) 207 mil – Goiânia
13º) 193 mil – Campinas
14º) 168 mil – Vitória
15º) 115 mil – Florianópolis

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